A tecnologia educacional é o conjunto de conhecimentos, aplicações e dispositivos que permitem a aplicação de ferramentas tecnológicas no campo da educação. Em outras palavras, trata-se da solução de problemas educacionais por meio do uso da tecnologia da informação.

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Graças à tecnologia educacional, os professores podem planejar o processo de aprendizagem e otimizar a tarefa de ensino. Isso é possível graças ao uso de recursos técnicos, como computadores (computadores), televisões etc.

Embora ainda existam professores que consideram que os chamados “métodos tradicionais” continuam a ter validade e valor quando se trata de ensinar os alunos, há outros que são totalmente a favor do uso da tecnologia educacional. Os últimos consideram que o uso de computadores, Internet, telefones celulares, tablets ou lousas digitais, por exemplo, traz consigo uma longa lista de vantagens, como as seguintes:
-É um caminho para a educação se adaptar completamente aos dias de hoje, o que está de acordo com a era tecnológica que tivemos que viver.

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  • Permite aos professores dispor de uma longa lista de recursos e ferramentas para apoiar a explicação do assunto.
    -Dá aos alunos a oportunidade de entender melhor o conteúdo da aula, já que tudo é mais visual e interativo.
    -Também se torna uma ótima maneira para as crianças mergulharem nas questões e até fortalecê-las graças aos jogos online, caças ao tesouro, blogs …
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Por todas estas vantagens e muitas outras é por que a própria ONU (Organização das Nações Unidas) encoraja, apóia e incentiva não só a apostar em novas formas de educação, mas, acima de tudo, a integrar perfeitamente a tecnologia no campo. educacional

A tecnologia educacional não é nova: tem sido aplicada há décadas em escolas e escolas em geral. Quando um professor projeta um documentário ou usa uma tela para exibir apresentações antes de seus alunos, ele está aproveitando a tecnologia educacional. O método foi aprimorado, no entanto, a partir da ascensão da computação e do mundo digital.

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O modo de implementação da tecnologia educacional também mudou ao longo dos anos. No início, as instituições costumavam ter um laboratório, sala de aula ou consultório especializado em informática, com computadores e outros equipamentos tecnológicos. Em seguida, os computadores tornaram-se portáteis e começaram a se integrar nas salas de uso diário. Atualmente, a tecnologia educacional chega até à casa dos estudantes através da Internet.

Podemos encontrar o uso de tecnologia educacional em diferentes fases do processo de educação. Suponha que um professor projete um filme educacional na sala de aula. Então ele entrega um DVD para cada aluno com mais informações. O educador finalmente pede aos alunos para realizar um trabalho prático sobre o visto, que deve ser publicado em um site. Todas essas atividades podem ser desenvolvidas graças à aplicação de tecnologia educacional.

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Atualmente, dentro do setor de ensino, há muitas propostas, workshops, aulas e fóruns de educação que giram em torno da tecnologia educacional, como seria o caso de “RELATEC“, que é a “Revista Latino-Americana de Tecnologia Educacional”.

Imaterialidade, no sentido de que a matéria-prima em torno da qual desenvolvem sua atividade é a informação, a informação em múltiplos códigos e formas: visuais, auditivas, audiovisuais, textuais, sejam elas estacionárias ou móveis, individuais ou em combinação. Interconexão, porque apesar de as novas tecnologias tenderem a ser apresentadas de forma independente, elas oferecem grandes possibilidades de combinar e expandir suas possibilidades individuais desta forma, como quando a televisão por satélite e a cabo são combinadas ou quando uma multimídia é incluída em um endereço da Web para o qual o computador, se estiver conectado à Internet, será movido. Essas conexões permitem a construção de novas realidades expressivas e comunicativas, como na combinação de imagem, som e texto para a construção de plataformas multimídia.

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A interatividade está permitindo que o controle da comunicação, que na mídia tradicional está localizada no transmissor, esteja se movendo em direção ao receptor, o que determinará o tempo e o modo de uso. Com isto, o receptor desempenhará um papel importante na construção da sua mensagem, bem como, por sua vez, o transmissor de mensagens

A instantaneidade é outra das suas características definidoras, uma vez que permitem romper as barreiras espaciais e colocar em contato direto com as pessoas, banco de dados, etc. imediatamente. Eles convertem o problema da transmissão ou recepção de informações, além daquelas de acesso ideológico e social, em um exclusivamente técnico, isto é, do potencial tecnológico dos meios utilizados. Serviços de videoconferência, como chat, na Internet, favorecem que usuários remotos no espaço possam trocar mensagens e opiniões de forma interativa ao mesmo tempo. Por outro lado, é importante destacar que outra das características das novas tecnologias é a qualidade da imagem e do som, graças à digitalização de sinais visuais, auditivos ou de dados. O progresso foi tal que em tão pouco tempo modificaram a oferta do treinamento ou melhor, as possibilidades que, em linhas gerais, são as seguintes: expansão da oferta de informação, criação de ambientes mais flexíveis para o aprendizado, eliminação de barreiras espaço-temporais entre o professor e os alunos, aumento das modalidades de comunicação, melhoria de cenários e ambientes interativos, favorecendo a aprendizagem independente e a autoaprendizagem, bem como colaborativa e em grupos, quebrando cenários clássicos de formação, limitados às instituições escola, oferecer novas possibilidades de orientação e tutoria dos alunos e facilitar um treinamento permanente.

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Hoje existe uma diversidade de ferramentas tecnológicas aplicadas à educação, dentre as quais podemos citar: o uso educacional de som, televisão educativa, vídeo em educação e treinamento, ciência da computação, multimídia e hipertextos em o ensino; videoconferência e seu uso na educação e na internet aplicada à educação.
A UTILIZAÇÃO EDUCACIONAL DO SOM
Som como recurso: uso do ambiente sonoro tanto do ponto de vista do material do equipamento, quanto do material do passo feito pelos próprios participantes ou pelo professor, como um instrumento a ser utilizado em diferentes momentos de nossa atuação. Aprender a ouvir para melhorar o hábito de ouvir pode ser outro dos grandes objetivos do uso desse meio. Para isso você pode ter exercícios simples, tais como: descobrir quantas vezes uma certa palavra é repetida; continue a identificar sons diferentes; siga uma série de instruções; use o contexto do discurso explicando o significado de palavras desconhecidas; reconstruir uma história a partir de efeitos sonoros mal colocados; etc.

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SOM COMO ANÁLISE CRÍTICA DA INFORMAÇÃO.
Neste aspecto existe outra possibilidade didática. A reflexão crítica é necessária antes da informação que chega, antes do fluxo vertiginoso de mensagens, diante do emaranhado das redes de comunicação. É necessário equipar-se com instrumentos que lhes permitam analisar, decodificar e compreender as múltiplas mensagens.

A Internet e a diversidade de tecnologias atualmente disponíveis possibilitam a disponibilidade de um rádio escolar cuja acessibilidade é possível através de pouco mais que um programa de criação de páginas, superando as dificuldades econômicas e jurídicas que o rádio analógico apresenta em muitas ocasiões.
TELEVISÃO EDUCACIONAL E ESCOLAR.
Contemplar conteúdos que tenham algum tipo de interesse educativo e / ou educacional (questões de saúde, trânsito, economia, biologia, línguas, …) mas que por algum motivo não fazem parte do currículo escolar e visam toda a população. Busca, como função básica, a suplantação do sistema escolar formal, com os mesmos objetivos que o sistema geral de ensino, desde o nível elementar até os cursos de atualização universitária; as abordagens de design são pedagógicas. Pretende-se adquirir os objetivos do sistema aos sujeitos, que por uma razão ou outra, não podem frequentar as salas de aula convencionais.

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Em relação ao conteúdo, ele é estruturado de acordo com os princípios da didática de cada um dos sujeitos, sempre de acordo com a peculiaridade do meio. Ou o que é o mesmo, leva em conta uma série de características que devem ser cumpridas por este tipo de programas, para levá-los do ponto de vista didático.

O VÍDEO NO ENSINO E FORMAÇÃO
Quando se fala de vídeo no ensino, deve-se diferenciar entre o vídeo didático e o uso didático do vídeo. Por vídeo didático entende-se aquele que foi projetado e produzido para transmitir alguns conteúdos, habilidades ou atividades e que, em função de seus sistemas simbólicos, o modo de estruturá-los e utilizá-lo, propiciar o aprendizado nos alunos; Ao contrário, com seu uso didático, faz-se referência a uma visão mais ampla das diferentes formas de uso que pode desempenhar no ensino. Nesse sentido, Martínez Sánchez (1992) explica que as funções do vídeo na educação são didáticas, formação e aperfeiçoamento de professores, recurso de expressão estética e instrumento de comunicação e pesquisa.

A TECNOLOGIA MULTIMÉDIA
Tecnologias multimídia combinam sons, fotografias, vídeos, textos, etc. A tela torna-se uma zona de percepção na qual elementos de natureza diversa são colocados e que respondem, essencialmente, aos códigos visuais que envolvem a aprendizagem e envolvem o aumento da competência comunicativa nos usuários. Com a integração favorecida pelos diferentes avanços tecnológicos no campo audiovisual e no campo da computação em meados dos anos 80, a configuração de novas mídias nas quais as capacidades comunicativas do audiovisual e da mídia se fundiram e se fundiram tem emergido. comunicação digital, resultando em multimídia interativa.

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Nesta ordem, “a videoconferência é um sistema de comunicação que permite realizar reuniões coletivas entre várias pessoas que estão em lugares distantes. É feito em tempo real, via telefone, e a imagem e o som são transmitidos em ambas as direções … “(Oliver, 2001, www.uib.es/depart/gte/oliver.html). É uma das ferramentas com mais possibilidades para os professores. Ser capaz de ver de um lugar para outro onde você não pode ir é fascinante. Como a televisão, a videoconferência pode se tornar uma janela aberta para o mundo que permite expandir os horizontes de professores e alunos. É possível sentir-se próximo, ter especialistas de outros lugares, de outras línguas, de outras culturas presentes, para que possam enriquecer os processos de ensino-aprendizagem com sua experiência e conhecimento.

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Existem áreas rurais onde existem escolas unitárias, com um professor a servir alunos de todos os níveis de ensino. Esses alunos muitas vezes não têm acesso a especialistas, como idiomas, música, orientação … com a videoconferência, eles podem concluir seu aprendizado sob a orientação de professores especialistas. O trabalho colaborativo como uma metodologia de aprendizagem expande suas possibilidades com participantes do grupo de diferentes sites com os quais eles podem se comunicar e interagir com a videoconferência.

INTERNET APLICADA À EDUCAÇÃO
A internet está oferecendo novos espaços que superam as coordenadas físicas de lugar (a sala de aula) e de tempo (horários de aula), para repensar os processos de ensino-aprendizagem, que abordam diferentes possibilidades e abordagens para a integração da rede na rede. educação: aspectos tecnológicos, estratégias didáticas, desenho de conteúdos educativos em suporte web, o papel do professor na web, bem como exemplos de usos específicos como webquest, wiki ou weblog.

Conectar computadores em uma rede permite que os cenários de comunicação e informações compartilhadas sejam estendidos. Do campo educacional (de educação infantil, primária, secundária ou universitária) permite abrir a escola a inúmeras fontes de informação, materiais educativos e pessoas; expandir cenários de aprendizagem e experiências educacionais com outros colegas e professores; e com metodologias de trabalho baseadas na participação e pesquisa ativa do aluno.

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Considerando as possibilidades educacionais, diferentes características da web podem ser apontadas como: caráter multiformato ou capacidade multimídia, estrutura hipertextual da informação, quantidade de informação disponível, atualização da informação, compatibilidade entre as plataformas. Embora especificando nas aplicações educacionais da rede, Salinas (1999) propõe:

Redes de salas de aula ou circuitos de aprendizagem,
Sistemas de distribuição de cursos on-line
Experiências de educação a distância e aprendizagem aberta,
Por outro lado, Bartolomé (1999), agrupa as aplicações em rede em:

A escola na web,
A intranet da escola,
A escola é a web
Escolas da Web.

Teorias que sustentam a Tecnologia Educativa

Da mesma forma, Cabero e Román (2006) coletam diferentes “e-atividades”: visitas a sites, fazendo exemplos, apresentações de estudantes, blogs, caças ao tesouro, wikis, círculos de aprendizagem, trabalho de projeto na web e estudo dos casos. Além disso, acessar o conteúdo do curso, realizar tarefas e exercícios, entregá-los ao professor ou publicá-los na web para que sejam acessíveis ao resto dos colegas, são algumas das tarefas que o aluno realiza nos processos de ensino. aprendizagem
Para executar essas tarefas, existem diferentes tipos de serviços e ferramentas da Internet, como transferência de arquivos (FTP), conexão remota ou telnet tcc, monografias, monografias prontas, dissertação de mestrado e tese de doutorado, a própria Web ou mecanismos de pesquisa, entre outros. Mais especificamente, ferramentas são necessárias para copiar documentos entre o computador e o espaço da rede, conectar-se a um computador específico onde um material de banco de dados ou simulação reside, compartilhar arquivos entre um grupo de trabalho ou buscar informações (texto, áudio, vídeo, URLs, software …) através de motores gerais ou temáticos.

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Todas essas ferramentas envolvem um conjunto de tecnologias para facilitar os processos de ensino-aprendizagem à distância. Ainda que sua escolha deva ser considerada a partir dos processos comunicativos que vão ocorrer: a dinâmica da comunicação, o papel dos participantes e as necessidades comunicativas. Ou seja, contemplando o processo de comunicação como um processo social enquadrado primeiro em uma instituição de ensino ou como uma atividade de sala de aula e, em segundo lugar, a partir das características particulares do próprio processo de comunicação.

No entanto, deve-se notar que, com as mudanças apontadas trará uma série de conseqüências nos papéis que os professores desempenham nesses novos ambientes e, nesse sentido, Gisbert (2002) afirma que o professor da sociedade do conhecimento desempenhará uma série de papéis. básicos, tais como: consultores de informação, colaboradores de grupos, trabalhadores solitários tcc, monografias, monografias prontas, dissertação de mestrado e tese de doutorado, facilitadores, desenvolvedores de cursos e materiais e supervisores acadêmicos. O professor, desse modo, deixa de ser um especialista em conteúdo para um facilitador de aprendizado, o que pressupõe que ele faça diferentes perguntas, como: conceber experiências de aprendizagem para os alunos, oferecendo uma estrutura inicial para os alunos começarem a aprender. interaja, incentive os alunos a se auto-estudarem ou a projetar diferentes perspectivas sobre o mesmo assunto.

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Tecnologia na educação: origem e benefícios
No artigo a seguir, detalharemos o que é tecnologia ?, tudo relacionado à tecnologia na educação, a evolução que o ensino teve depois que a tecnologia educacional foi implementada, também contribuições da tecnologia no campo da Educação, transporte e medicina.

Mas primeiro explicaremos alguns conceitos de tecnologia para que você possa aprender um pouco mais sobre esse importante problema em nosso ambiente.

Qual é a tecnologia?
A tecnologia pode derivar vários conceitos, como:

É uma ciência responsável pela resolução de problemas específicos, compostos por grupos de conhecimentos da técnica, ordenados cientificamente.
Conjunto de idéias e conhecimentos que permitem atingir objetivos específicos, buscando a resolução de um problema ou atendendo à necessidade de um indivíduo.
A palavra tecnologia também pode ser direcionada à disciplina que estuda o conhecimento comum a todas as tecnologias, também em vários contextos, à educação tecnológica tcc, monografias, monografias prontas, dissertação de mestrado e tese de doutorado, responsável pela familiarização e abordagem das tecnologias mais importantes.
Tecnologia na educação e sua importância
A tecnologia na educação assumiu grande importância e teve um boom exponencial desde a invenção da internet. As pessoas nascidas a partir deste momento faziam parte dos nativos digitais, por isso cresceram com a tecnologia educacional quase imersa.

A tecnologia educacional trouxe uma mudança que beneficia o desenvolvimento educacional em cada centro de estudo, gera ensino e produtividade mais eficientes na sala de aula.

Houve um aumento no interesse dos alunos, pois permite o uso de ferramentas educacionais mais interativas.

As carreiras tecnológicas têm sido favorecidas em grande medida, pois uma das maneiras pelas quais a tecnologia influencia a educação é facilitar e disponibilizar métodos de aprendizado mais flexíveis e ágeis, sem precisar estar sempre em sala de aula, emergindo Então, as corridas virtuais.

A tecnologia também como um dos eixos principais da Educação STEM, é indispensável na integração de diferentes disciplinas e na geração das ferramentas necessárias para o estudo e os métodos de trabalho do futuro.

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O que a tecnologia permite?
Ao longo dos anos, o ser humano teve que transformar suas idéias e materializá-las.

Essa ação permitiu o desenvolvimento e tcc, monografias, monografias prontas, dissertação de mestrado e tese de doutorado, com isso, a qualidade de vida, transformando nosso ambiente em um mundo tecnológico, criando bens e serviços que lhe permitem avançar e crescer em diferentes áreas, como medicina, educação, transporte, sendo estes favorecido com os avanços tecnológicos aplicados neles.

Tecnologia em medicina
Medicamentos (comprimidos ou injeções), isso permitiu ao ser humano prolongar sua qualidade e tempo de vida.
Máquinas para estudos mais detalhados e especializados, a fim de detectar vários males nas pessoas.
Instrumentos cirúrgicos que facilitam o trabalho médico nas intervenções dos pacientes.
Diferentes tipos de tecnologias
A tecnologia é classificada em diferentes tipos de acordo com o campo em que eles estão trabalhando.

Na próxima seção, mostraremos cada um desses tipos e o campo em que ele se desenvolve.

Tecnologias rígidas
São todos os tipos de tecnologia que usam elementos de ciências exatas, como mecânica, engenharia, matemática, física, química e outros.

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Dessa forma, pode ser usado como um exemplo de tecnologia rígida, a aplicada ao campo da ciência da computação e da eletrônica tcc, monografias, monografias prontas, dissertação de mestrado e tese de doutorado. Devemos saber que o produto obtido é visível e tangível; portanto, trata-se da produção de bens materiais.

Tecnologias leves
Vemos isso refletido nas ciências humanísticas ou moles, por exemplo, em psicologia, sociologia, economia e outras. Eles são quase sempre usados ​​para obter melhorias dentro de instituições ou empresas que lhes permitam atingir seus objetivos de maneira mais eficaz.

Nesse caso, o produto obtido não é visível nem tangível, pois consiste no desenvolvimento de serviços, estratégias, teorias e outros.

Se você quiser aprender um pouco mais, este vídeo mostrará um pouco da história que a tecnologia teve na educação de maneira mais interativa.

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Posteriormente, a partir da década de 70, o desenvolvimento da tecnologia da informação consolida o uso de computadores para fins educacionais, especificados inicialmente em aplicativos como os programas EAO (programas de computador baseados no modelo associativo de aprendizado que recuperam conceitos de máquinas de ensino e ensino programadas) e posteriormente com materiais projetados sob abordagens educativas construtivistas. Atualmente tcc, monografias, monografias prontas, dissertação de mestrado e tese de doutorado, a disseminação em massa das novas Tecnologias da Informação e Comunicação (ciência da computação, multimídia, telemática) em todas as áreas e estratos sociais multiplicou sua presença nos centros educacionais.

Uma das conceituações de tecnologia educacional mais representativas dessa visão centrada na mídia é a primeira parte da definição da UNESCO de 1994, bem como a formulada em 1970 pela Comissão de Tecnologia da Instrução:

[TE] “… foi concebido como o uso para fins educacionais de mídias nascidas da revolução das comunicações, como mídia audiovisual, televisão, computadores e outros hardwares e softwares” (UNESCO, 1994)

Embora seja verdade que o uso de muitas mídias ofereça aos alunos mais experiência, mais possibilidades de interação com a realidade, essa abordagem da Tecnologia Educacional focada exclusivamente na mídia recebeu muitas críticas por sua abordagem simplista (esqueça que a mídia são apenas mais um elemento do currículo) tcc, monografias, monografias prontas, dissertação de mestrado e tese de doutorado, devido à separação entre produtores e professores que usam a mídia, e pelo fato de que, a partir dessas abordagens, as escolas foram preenchidas mais de uma vez com instrumentos anteriormente não solicitados devido a pressões externas sistema educacional (casas comerciais, gerentes de sistema …)

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  • O ensino programado. Abordagem comportamental e neocondutista. Embora Thorndike, no início do século, já tivesse estabelecido alguns de seus princípios e Pressey tenha desenvolvido máquinas de ensino na década de 1930, para muitos (Salinas, 1991) a Educational Technology nasceu na década de 1950 com a publicação das obras de Skinner “A ciência da aprendizagem e a arte de ensinar” e “Máquinas de ensino”, onde propostas para o ensino linear programado (mais tarde com Crowler serão ramificadas) são formuladas sob orçamentos científicos comportamentais baseados no condicionamento operante. Psicologia e tecnologia educacional estão se aproximando novamente.

“A partir da posição comportamental, a tecnologia de ensino é considerada a aplicação em sala de aula de uma tecnologia que visa o planejamento psicológico do ambiente, com base nas leis científicas que regem o comportamento, com modelos de comportamento planejados e que a priori são considerados desejáveis ​​”(CABERO, 1991).

Durante esses anos, Bloom também publica a taxonomia dos objetivos pedagógicos no domínio cognitivo, retomada pelos protagonistas do ensino programado e posteriormente mantida pelos tecnólogos da educação. Uma das contribuições mais relevantes dessa abordagem talvez fosse agir como repulsivo diante de formulações vagas e retóricas sobre os objetivos do ensino, insistindo na necessidade de uma formulação prévia dos objetivos a serem formulados em termos de comportamentos observáveis, um aspecto que Pode-se observar em algumas definições de Tecnologia Educacional, como a segunda formulada em 1970 pela Comissão de Tecnologia Instrucional (citado em PRENDES, 1991) tcc, monografias, monografias prontas, dissertação de mestrado e tese de doutorado, na qual também se manifestam as influências da Teoria e da Teoria dos Sistemas. Comunicação e enfoca todos os processos de ensino e aprendizagem:

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“Maneira sistemática de conceber, realizar e avaliar o processo total de aprendizagem e instrução com base em objetivos específicos, com base em pesquisas sobre aprendizagem e comunicação humana, usando uma combinação de recursos humanos e não humanos, a fim de obter uma instrução mais eficaz “(CIT, 1970).

Apesar de sua influência significativa e de contribuir para a superação da concepção de instrução baseada no desenvolvimento de idéias intuitivas (agora suportadas pela aplicação de técnicas científicas) e intensificar o interesse no desenvolvimento de materiais (software), o O behaviorismo e o ensino programado receberam inúmeras críticas, especialmente quando se constatou que esse modelo, que analisa com um simples comportamento observável de estímulo-resposta, não serviu para explicar a aprendizagem complexa tcc, monografias, monografias prontas, dissertação de mestrado e tese de doutorado. No entanto, como afirma CABERO (1999: 22), “embora o ensino programado tenha recebido uma série de críticas, não se pode esquecer que ele demonstrou ser bastante eficaz em indivíduos com deficiências psíquicas, em países com problemas de ensino e em educação a distância”.

  • Tecnologia da instrução e abordagem sistêmica. Com a influência da Teoria Geral dos Sistemas e das Teorias da Comunicação, uma “abordagem tecnológica do currículo” (tecnologia instrucional, tecnologia instrucional) aparece nos anos 70, na qual o foco central da Tecnologia Educacional se torna seja a análise dos elementos envolvidos no ato instrucional e sua organização para atingir os objetivos predeterminados.

CABERO (1991) diz a esse respeito: “Considerar a tecnologia educacional como uma abordagem sistêmica implica em seu abandono como simples introdução da mídia na escola e na aplicação de estratégias instrucionais suportadas por certas teorias da aprendizagem. Pelo contrário, implica uma abordagem mais flexível. onde o importante seria determinar os objetivos a serem alcançados, mobilizar os elementos necessários para sua consecução e entender que os produtos obtidos não são apenas uma conseqüência da justaposição dos elementos intervenientes, mas das interações estabelecidas entre eles “.

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Baseado primeiro em uma psicologia da aprendizagem do tipo associação e depois também na poderosa abordagem cognitiva do processamento de informações (Gagné, Merrill. Romoszowki …) tcc, monografias, monografias prontas, dissertação de mestrado e tese de doutorado, essa abordagem é inicialmente baseada nas propostas de gerenciamento científico de negócios que ele fez desde cedo Century FW Taylor (quebra de etapas, eficiência, redução de tempo, controle, treinamento de tarefas …), e é especificado em uma “pedagogia por objetivos”, como proposto por Tyler (1973) em meados do século, focado na análise objetivos, a seleção e organização de conteúdo e experiências de aprendizagem e na avaliação dos alunos e do currículo. Mais tarde, nos anos 80, o desenvolvimento da Teoria Curricular propiciou o surgimento de toda uma série de propostas de desenho curricular, algumas das quais também tiveram um foco tecnológico marcado.

Nessa perspectiva, pretende-se elaborar um conjunto de procedimentos racionais, algumas linhas de ação, que permitam uma intervenção educacional eficaz. O projetista analisa a situação em que atua, para a qual apresenta a forma do problema, e nele identifica seus elementos e constrói estratégias de manipulação de representações que lhe permitem conhecer os possíveis resultados das diferentes opções ou soluções. Essa consideração do ensino como processo tecnológico e o reconhecimento de sua capacidade de regular e prescrever ações educacionais permitiram que a Tecnologia Educacional superasse sua condição anterior como um produto simples, embora tenha resultado em algumas (como D’HAINAUT e MARTINAND) consideram que cobriu praticamente todo o aspecto aplicado da Didática.

A descrição do ato didático em termos de interações analisáveis ​​e o desenvolvimento de sistemas de ação sistemática em sala de aula têm sido os núcleos conceituais mais característicos dessa abordagem, o que possibilita o desenho de sistemas instrucionais atentos aos diferentes componentes do processo educacional. a elaboração de programas completos de treinamento de professores, geralmente baseados em comportamento e focados na aquisição de habilidades de ensino. Uma das metodologias utilizadas para isso foi o micro-ensino (microteaching).

Aqui, a habilidade do aplicador de tecnologia educacional não estará no domínio instrumental de técnicas e meios, mas em sua capacidade de projetar situações instrucionais, a fim de alcançar os objetivos propostos, analisando e avaliando as decisões tomadas e compreendendo a estrutura onde Estes serão aplicados.

Dentre as definições mais significativas de Tecnologia Educacional dessa abordagem, podemos destacar, além da já mencionada sobre a abordagem comportamental da Comissão de Tecnologia da Educação, a segunda parte da definição da UNESCO em 1984 (muito semelhante à anterior):

[TE] “… é entendida como a maneira sistemática de conceber, aplicar e avaliar o conjunto de processos de ensino e aprendizagem, levando em consideração os recursos técnicos e humanos e as interações entre eles, como forma de obter um educação mais eficaz “. (UNESCO, 1984, 43-44)

Outra definição que manifesta a influência da abordagem sistêmica e a vontade de resolver problemas educacionais de uma perspectiva ampla é a definição de 1977 do AECT:

[TE é] “um processo complexo e integrado que afeta pessoas, procedimentos, idéias, mídia e organização, a fim de analisar problemas e projetar, implementar, avaliar e gerenciar soluções para os problemas colocados pela aprendizagem humana” AECT ( 1977).

Uma definição próxima ao que o CET do Conselho Britânico de Tecnologia Educacional deu em 1977, também destacando este aspecto da melhoria da aprendizagem: “Tecnologia Educacional é a aplicação de conhecimentos, sistemas e técnicas para melhorar a aprendizagem humana”.

No entanto, seguindo Cabero (1999: 24), “as promessas e esperanças depositadas inicialmente na Tecnologia Educacional: diminuição do fracasso escolar, aumento do número de pessoas que poderiam acessar o conhecimento, reduzir custos e melhorar a qualidade da educação. logo começaram a parecer assim, prometem mais do que realidades e (…) originam uma série de movimentos, preocupados com o fundamento teórico das decisões que estavam sendo tomadas e com a revisão das bases filosóficas e epistemológicas sobre o isso foi suportado “.

  • Abordagens sob a perspectiva da mediação: interação simbólica, abordagem curricular contextualizada.

Com a influência das correntes didáticas do tipo interpretativo, são propostas novas conceituações mais subjetivas e abrangentes para a Tecnologia Educacional, baseadas na psicologia cognitiva e que, com o objetivo de aprimorar os processos de ensino e aprendizagem através da aplicação de Os recursos tecnológicos estão mais interessados ​​nas características cognitivas dos alunos e em seus processos internos, no contexto em que as atividades educacionais são realizadas e nos aspectos simbólicos das mensagens veiculadas na mídia do que na própria mídia. Por outro lado, em muitos casos, não há mais a separação entre o projetista tecnólogo das intervenções e o professor que as aplica, sendo o último quem as configura de acordo com suas necessidades junto ao especialista.

Como indica AREA (1991,4), na década de 1980 “entra em uma fase de revisão crítica do que foi feito, um questionamento dos fundamentos em que se baseou a construção desse corpus conceitual e processual de natureza racional sistêmica. e científico sobre currículo e ensino “.

A pesquisa a partir dessa perspectiva cognitiva mediação freqüentemente se concentra no design do currículo e na aplicação de novas tecnologias nos processos de ensino e aprendizagem para o desenvolvimento de situações de ensino individualizadas, adaptadas às características cognitivas dos alunos. Podemos distinguir várias abordagens:

  • a interação simbólica. A mudança das visões comportamentais pelas cognitivas, que reconhecem a interação entre os estímulos externos apresentados por qualquer meio e os processos cognitivos internos que apoiam a aprendizagem, levou ao desenvolvimento dessa abordagem que estuda as interações entre os sistemas simbólicos da mídia e as estruturas cognitivas dos alunos, considerando seus efeitos cognitivos, os modos de entender e codificar a realidade que eles promovem e os estilos cognitivos.

A mídia, através de seus sistemas simbólicos, interage com a estrutura cognitiva dos alunos e causa o desenvolvimento e a representação de certas habilidades (SALOMON, 1977, 1979, 1981).

A partir da abordagem da interação simbólica, a mídia não é simplesmente um instrumento que transmite informações, mas principalmente sistemas simbólicos de representação da realidade que interagem com as estruturas cognitivas dos alunos. Portanto, esses sistemas simbólicos devem ser consistentes com as características cognitivas dos sujeitos.

A partir dessa abordagem, a Tecnologia Educacional enfoca o design de situações instrucionais e a criação de elementos adaptados às características cognitivas dos alunos, uma perspectiva seguida por psicólogos como BRUNER, OLSON, CLARK e SALOMON. Dessa forma, realizaram pesquisas com o objetivo de conhecer as características dos meios mais adequados para situações específicas de aprendizagem, considerando: as características dos sujeitos, as atividades propostas a eles de acordo com os objetivos e a interação mais adequada com a mídia em cada caso. (Escudero, 1983). Esses tipos de estudos, denominados desenhos da ATI (Habilidades – Tratamento – Interação), consideram a instrução como sistemas complexos nos quais os resultados obtidos são o produto da interação dos elementos envolvidos:

Entretanto, sob essa perspectiva, os problemas relacionados à pragmática da mídia e sua eficácia definitiva nos contextos escolares também não são resolvidos, embora, embora todos os estudos sejam realizados nas salas de aula, ainda haja atenção preferencial à “interação única com os alunos”. médio “, ignorando as trocas complexas que ocorrem na sala de aula. O contexto cultural, social e instrucional da aprendizagem é esquecido, e como os sujeitos colocam sua cognição não é levado em consideração.

Além disso, como aponta HAWKRIDGE (1991), essas abordagens podem facilmente levar ao erro de transformar professores em simples consumidores dos projetos feitos por tecnólogos, projetos que nem sempre respondem adequadamente às necessidades específicas dos ambientes educacionais onde são aplicados. .

  • Abordagem curricular contextualizada. A partir dos anos setenta, com a influência das correntes didáticas de tipo interpretativo (como a Teoria Prática), surgem várias abordagens renovadoras (correntes reconceptualizantes) que veem a necessidade de romper com a simplicidade das visões anteriores, criticadas como parciais e responsável pelo fracasso de tantas promessas. A partir dessas abordagens, pretende-se encontrar novos caminhos que permitam explorar rigorosamente questões complexas e fornecer conhecimento sobre os processos que ocorrem nos centros e nas salas de aula, sobre como professores e alunos integram o uso da mídia, sobre seu papel e papel no desenho e desenvolvimento do currículo e no valor educacional das atividades realizadas com a ajuda de vários meios e recursos. Isso abre um período de busca de novas raízes teóricas e conceituais nas quais basear a Tecnologia Educacional.

As características psicológicas dos alunos, e agora também os contextos, adquirem um significado relevante, e o centro educacional se torna a unidade essencial para o estudo de processos reais de mudança. A partir dessas perspectivas, De Pablos (1996, 102) concebe a Tecnologia Educacional a partir de uma dupla dimensão teórica e prática: como campo teórico, concentra-se na ação educacional entendida como um processo de comunicação no qual a pesquisa, reflexão e teorização são investigadas; Do ponto de vista da práxis, ele se concentra no uso da mídia em contextos específicos. Sua definição é a seguinte:

[O TE é] “um campo de conhecimento onde encontramos um espaço específico para reflexão e teorização sobre a ação educacional planejada em termos de contextos, caracterizada por sua mediação; e um espaço de intervenção no qual a mídia e os processos de comunicação educacional eles se tornam objeto de investigação e aplicação preferencial “De Pablos (1996, 102).

A mídia é um elemento mais curricular que influencia e condiciona a organização do processo de instrução, a relação professor-aluno, a adequação de espaços, a duração das atividades, o sistema de controle e o desempenho pelo professor de determinadas funções de ensino e extradidática. No entanto, esses meios de comunicação também serão condicionados pela estrutura curricular em que estão inseridos: espaços e recursos disponíveis, características dos alunos, etc. (CABERO, 1991)

A partir da abordagem curricular contextualizada, a mídia, além de transmissora de informações e sistemas simbólicos, é contemplada de acordo com todos os elementos do contexto, pois pode configurar novas relações entre professores, alunos e meio ambiente.

Além de hardware e software, é considerado o Orgware, no qual seu uso é configurado de acordo com os usuários e o contexto (técnicas de uso, metodologia, organização do ambiente …)

A produção de materiais por professores e alunos é valorizada de acordo com as circunstâncias. O professor, crítico, atencioso e capaz de se adaptar às novas circunstâncias, torna-se um agente ativo, um fator de inovação, que reconstrói o currículo na prática (Stenhouse) e orienta seus alunos.

A tecnologia educacional deve contribuir para ampliar as margens de ação, decisão e intercomunicação entre professores e alunos e permitir o acesso a novos meios de explorar, representar e tratar o conhecimento. Para SANCHO (1994: 7), a Tecnologia Educacional deve ser:

“Um conhecimento que permite a organização de ambientes de aprendizagem (físicos e simbólicos) que colocam alunos e professores nas melhores condições possíveis para perseguir objetivos educacionais considerados pessoais e socialmente valiosos”.

Não se trata aqui de elucidar qual é o meio mais eficaz ou se os alunos aprendem mais com um meio do que com outro, mas com técnicas qualitativas, aspectos como: que conhecimento o professor utiliza para resolver problemas reais de ensino, que meios são explorados? usa – ou não -, que critério segue para selecioná-los, como percebe as qualidades didáticas do meio, como e por que produz seus próprios materiais, quais modificações os meios de comunicação produzem no contexto instrucional. Assim, são realizados estudos qualitativos interpretativos, com influência da Etnografia, Fenomenologia, Interacionismo Simbólico, Funcionalismo Estrutural e Estruturalismo (FERDINAND DE Saussure: Linguística; Claude Lévi-Strauss: Antropologia; Michel Foucault: filosofia; Jean Piaget : Psicologia), que analisam e tentam entender os fenômenos no contexto em que ocorrem, levando em consideração a complexidade, as circunstâncias, os processos que ocorrem, as visões dos envolvidos … (Escudero, Cabero, Sancho). As técnicas de pesquisa-ação (Lewin, 1946) também são utilizadas com a intenção de conhecer os fenômenos e, acima de tudo, atuar sobre eles para melhorá-los.

Também dentro dessa abordagem de mediação contextualizada pode ser colocada a Teoria Sociocultural, Baseada na teoria de Vigotsky, que “considera a origem social dos processos mentais humanos e o papel da linguagem e da cultura como mediadores necessários na construção e construção. interpretação dos significados “(DE PABLOS, 1997: 123). As fontes de mediação podem ser muito variadas (uma ferramenta material, um sistema de símbolos, o comportamento de outro ser humano …), mas essas interações sempre ocorrem em estruturas institucionais definidas: família, escola, trabalho … Essa abordagem permite analisar e aprofundar a partir de perspectivas alternativas a incidência da mídia (instrumentos mediadores na terminologia vygotskiana que não apenas fornecem conteúdo, mas também interpretações, atitudes, preconceitos …), nos processos de ensino e aprendizagem.

  • Abordagem crítico-reflexiva.

Na década de 1980, o interesse levantado pela Teoria Crítica, que enfatiza o fato de que as comunicações educacionais não são neutras, pois ocorrem em um contexto sócio-político, promove um movimento chamado Tecnologia Educacional Crítica que, conectada a várias correntes de reflexão (Análises filosóficas como pós-estruturalismo, literárias ligadas à semiótica, sociopolíticas como a teoria feminista etc.) Os valores sociais dominantes são questionados e questionados sobre o papel que os processos tecnológicos devem desenvolver e, de maneira especial, os meios e materiais de ensino. .

A partir da abordagem crítico-reflexiva, os meios de comunicação são considerados, acima de todos os instrumentos de pensamento e cultura, e adquirem seu significado na análise, reflexão crítica e transformação das práticas de ensino. Sua seleção deve abordar as diferenças culturais, sociais e psicológicas dos alunos e respeitar os problemas interculturais. Os meios de comunicação servem à libertação, democratização e emancipação (CEBRIÁN DE LA SERNA, 1991)

Considera-se que a dinâmica social, a interação com o mundo ao seu redor e as relações interpessoais, permitem aos indivíduos a construção de conhecimento e consciência por meio de processos dialéticos. Basil Berstein (1993) investiga o papel da linguagem e, mais especialmente, de seus códigos, como um fator determinante na distribuição de papéis econômicos e sociais (o domínio de certos códigos permite controlar o conhecimento e, portanto, o poder). Outros especialistas incorporam na análise crítica outros fatores, como a discriminação escolar baseada na raça, o papel dos livros … (Giroux, Apple, Carr e Kemmis)

Diante desse novo cenário educacional enquadrado em um contexto determinado por múltiplas influências (cultura, ideologia, sociologia, economia, técnica …), a Tecnologia Educacional aparece em estreita relação com os processos de mudança e inovação educacional. Nesse sentido, ESCUDERO (1995), que contempla a influência da Teoria Crítica na Tecnologia Educacional como uma ruptura teórica contra bases científicas anteriores na busca de novas fontes que permitam conectar-se com uma perspectiva ética e social, define Tecnologia Educacional como: “um olhar e um conjunto de processos e procedimentos, e não apenas dispositivos, com o objetivo de moldar uma maneira de pensar sobre educação e uma linha operacional de organização e ação nessa área, associando assim relações entre os sujeitos usuários e detentores de poder político, econômico e organizacional para seu projeto, desenvolvimento e controle “. (ESCUDERO, 1995b: 161)

Visões sobre tecnologia educacional que provêm de correntes pós-modernistas (YEAMAN, A.; KOETTING, JR; NICHOLS, RG, 1994), que criticam a visão positivista e instrumental tradicional desse campo de conhecimento por não levar em conta os contextos culturais dos processos educacionais e também enfatizar a importância da criatividade. Essa perspectiva aceita que os problemas instrucionais sempre têm várias soluções; salienta a importância das línguas e das metáforas para interpretar os meios de comunicação (que não significam o que parecem); convida a encontrar contradições nas próprias mensagens e nas dos outros; Ele reconhece várias maneiras de entender os alunos e os encoraja a romper com o modelo de comunicação tradicional que capacita os criadores de mensagens instrucionais em detrimento dos alunos (eles devem desenvolver suas próprias mensagens usando meios diferentes). Eles afirmam que nasce um novo modelo educacional “a escola invisível” (YEAMAN, A .; KOETTING, JR; NICHOLS, RG, 1994) que exige uma conexão com a cultura de seu entorno a partir de critérios e valores alinhados a uma sociedade democrática O sistema educacional deve buscar justiça social e emancipação.

No entanto, essa corrente crítica foi censurada pela falta de especificidade nas formas de intervenção que advoga e por suas propostas de mudança, nem sempre realistas.

Bases da tecnologia educacional

A Tecnologia Educacional, assim como os demais campos do conhecimento, recebe contribuições de várias ciências e disciplinas nas quais busca qualquer apoio que contribua para alcançar seus objetivos. Segundo CABERO, na Tecnologia Educacional “são inseridas diversas correntes científicas que vão da física e da engenharia à psicologia e pedagogia, sem esquecer a teoria da comunicação” (1999: 17). Portanto, possui bases múltiplas e diversificadas.