A tecnologia educacional é o conjunto de conhecimentos, aplicações e dispositivos que permitem a aplicação de ferramentas tecnológicas no campo da educação. Em outras palavras, trata-se da solução de problemas educacionais por meio do uso da tecnologia da informação.

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Graças à tecnologia educacional, os professores podem planejar o processo de aprendizagem e otimizar a tarefa de ensino. Isso é possível graças ao uso de recursos técnicos, como computadores (computadores), televisões etc.

Embora ainda existam professores que consideram que os chamados “métodos tradicionais” continuam a ter validade e valor quando se trata de ensinar os alunos, há outros que são totalmente a favor do uso da tecnologia educacional. Os últimos consideram que o uso de computadores, Internet, telefones celulares, tablets ou lousas digitais, por exemplo, traz consigo uma longa lista de vantagens, como as seguintes:
-É um caminho para a educação se adaptar completamente aos dias de hoje, o que está de acordo com a era tecnológica que tivemos que viver.

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  • Permite aos professores dispor de uma longa lista de recursos e ferramentas para apoiar a explicação do assunto.
    -Dá aos alunos a oportunidade de entender melhor o conteúdo da aula, já que tudo é mais visual e interativo.
    -Também se torna uma ótima maneira para as crianças mergulharem nas questões e até fortalecê-las graças aos jogos online, caças ao tesouro, blogs …
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Por todas estas vantagens e muitas outras é por que a própria ONU (Organização das Nações Unidas) encoraja, apóia e incentiva não só a apostar em novas formas de educação, mas, acima de tudo, a integrar perfeitamente a tecnologia no campo. educacional

A tecnologia educacional não é nova: tem sido aplicada há décadas em escolas e escolas em geral. Quando um professor projeta um documentário ou usa uma tela para exibir apresentações antes de seus alunos, ele está aproveitando a tecnologia educacional. O método foi aprimorado, no entanto, a partir da ascensão da computação e do mundo digital.

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O modo de implementação da tecnologia educacional também mudou ao longo dos anos. No início, as instituições costumavam ter um laboratório, sala de aula ou consultório especializado em informática, com computadores e outros equipamentos tecnológicos. Em seguida, os computadores tornaram-se portáteis e começaram a se integrar nas salas de uso diário. Atualmente, a tecnologia educacional chega até à casa dos estudantes através da Internet.

Podemos encontrar o uso de tecnologia educacional em diferentes fases do processo de educação. Suponha que um professor projete um filme educacional na sala de aula. Então ele entrega um DVD para cada aluno com mais informações. O educador finalmente pede aos alunos para realizar um trabalho prático sobre o visto, que deve ser publicado em um site. Todas essas atividades podem ser desenvolvidas graças à aplicação de tecnologia educacional.

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Atualmente, dentro do setor de ensino, há muitas propostas, workshops, aulas e fóruns de educação que giram em torno da tecnologia educacional, como seria o caso de “RELATEC“, que é a “Revista Latino-Americana de Tecnologia Educacional”.

Imaterialidade, no sentido de que a matéria-prima em torno da qual desenvolvem sua atividade é a informação, a informação em múltiplos códigos e formas: visuais, auditivas, audiovisuais, textuais, sejam elas estacionárias ou móveis, individuais ou em combinação. Interconexão, porque apesar de as novas tecnologias tenderem a ser apresentadas de forma independente, elas oferecem grandes possibilidades de combinar e expandir suas possibilidades individuais desta forma, como quando a televisão por satélite e a cabo são combinadas ou quando uma multimídia é incluída em um endereço da Web para o qual o computador, se estiver conectado à Internet, será movido. Essas conexões permitem a construção de novas realidades expressivas e comunicativas, como na combinação de imagem, som e texto para a construção de plataformas multimídia.

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A interatividade está permitindo que o controle da comunicação, que na mídia tradicional está localizada no transmissor, esteja se movendo em direção ao receptor, o que determinará o tempo e o modo de uso. Com isto, o receptor desempenhará um papel importante na construção da sua mensagem, bem como, por sua vez, o transmissor de mensagens

A instantaneidade é outra das suas características definidoras, uma vez que permitem romper as barreiras espaciais e colocar em contato direto com as pessoas, banco de dados, etc. imediatamente. Eles convertem o problema da transmissão ou recepção de informações, além daquelas de acesso ideológico e social, em um exclusivamente técnico, isto é, do potencial tecnológico dos meios utilizados. Serviços de videoconferência, como chat, na Internet, favorecem que usuários remotos no espaço possam trocar mensagens e opiniões de forma interativa ao mesmo tempo. Por outro lado, é importante destacar que outra das características das novas tecnologias é a qualidade da imagem e do som, graças à digitalização de sinais visuais, auditivos ou de dados. O progresso foi tal que em tão pouco tempo modificaram a oferta do treinamento ou melhor, as possibilidades que, em linhas gerais, são as seguintes: expansão da oferta de informação, criação de ambientes mais flexíveis para o aprendizado, eliminação de barreiras espaço-temporais entre o professor e os alunos, aumento das modalidades de comunicação, melhoria de cenários e ambientes interativos, favorecendo a aprendizagem independente e a autoaprendizagem, bem como colaborativa e em grupos, quebrando cenários clássicos de formação, limitados às instituições escola, oferecer novas possibilidades de orientação e tutoria dos alunos e facilitar um treinamento permanente.

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Hoje existe uma diversidade de ferramentas tecnológicas aplicadas à educação, dentre as quais podemos citar: o uso educacional de som, televisão educativa, vídeo em educação e treinamento, ciência da computação, multimídia e hipertextos em o ensino; videoconferência e seu uso na educação e na internet aplicada à educação.
A UTILIZAÇÃO EDUCACIONAL DO SOM
Som como recurso: uso do ambiente sonoro tanto do ponto de vista do material do equipamento, quanto do material do passo feito pelos próprios participantes ou pelo professor, como um instrumento a ser utilizado em diferentes momentos de nossa atuação. Aprender a ouvir para melhorar o hábito de ouvir pode ser outro dos grandes objetivos do uso desse meio. Para isso você pode ter exercícios simples, tais como: descobrir quantas vezes uma certa palavra é repetida; continue a identificar sons diferentes; siga uma série de instruções; use o contexto do discurso explicando o significado de palavras desconhecidas; reconstruir uma história a partir de efeitos sonoros mal colocados; etc.

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SOM COMO ANÁLISE CRÍTICA DA INFORMAÇÃO.
Neste aspecto existe outra possibilidade didática. A reflexão crítica é necessária antes da informação que chega, antes do fluxo vertiginoso de mensagens, diante do emaranhado das redes de comunicação. É necessário equipar-se com instrumentos que lhes permitam analisar, decodificar e compreender as múltiplas mensagens.

A Internet e a diversidade de tecnologias atualmente disponíveis possibilitam a disponibilidade de um rádio escolar cuja acessibilidade é possível através de pouco mais que um programa de criação de páginas, superando as dificuldades econômicas e jurídicas que o rádio analógico apresenta em muitas ocasiões.
TELEVISÃO EDUCACIONAL E ESCOLAR.
Contemplar conteúdos que tenham algum tipo de interesse educativo e / ou educacional (questões de saúde, trânsito, economia, biologia, línguas, …) mas que por algum motivo não fazem parte do currículo escolar e visam toda a população. Busca, como função básica, a suplantação do sistema escolar formal, com os mesmos objetivos que o sistema geral de ensino, desde o nível elementar até os cursos de atualização universitária; as abordagens de design são pedagógicas. Pretende-se adquirir os objetivos do sistema aos sujeitos, que por uma razão ou outra, não podem frequentar as salas de aula convencionais.

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Em relação ao conteúdo, ele é estruturado de acordo com os princípios da didática de cada um dos sujeitos, sempre de acordo com a peculiaridade do meio. Ou o que é o mesmo, leva em conta uma série de características que devem ser cumpridas por este tipo de programas, para levá-los do ponto de vista didático.

O VÍDEO NO ENSINO E FORMAÇÃO
Quando se fala de vídeo no ensino, deve-se diferenciar entre o vídeo didático e o uso didático do vídeo. Por vídeo didático entende-se aquele que foi projetado e produzido para transmitir alguns conteúdos, habilidades ou atividades e que, em função de seus sistemas simbólicos, o modo de estruturá-los e utilizá-lo, propiciar o aprendizado nos alunos; Ao contrário, com seu uso didático, faz-se referência a uma visão mais ampla das diferentes formas de uso que pode desempenhar no ensino. Nesse sentido, Martínez Sánchez (1992) explica que as funções do vídeo na educação são didáticas, formação e aperfeiçoamento de professores, recurso de expressão estética e instrumento de comunicação e pesquisa.

A TECNOLOGIA MULTIMÉDIA
Tecnologias multimídia combinam sons, fotografias, vídeos, textos, etc. A tela torna-se uma zona de percepção na qual elementos de natureza diversa são colocados e que respondem, essencialmente, aos códigos visuais que envolvem a aprendizagem e envolvem o aumento da competência comunicativa nos usuários. Com a integração favorecida pelos diferentes avanços tecnológicos no campo audiovisual e no campo da computação em meados dos anos 80, a configuração de novas mídias nas quais as capacidades comunicativas do audiovisual e da mídia se fundiram e se fundiram tem emergido. comunicação digital, resultando em multimídia interativa.

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Nesta ordem, “a videoconferência é um sistema de comunicação que permite realizar reuniões coletivas entre várias pessoas que estão em lugares distantes. É feito em tempo real, via telefone, e a imagem e o som são transmitidos em ambas as direções … “(Oliver, 2001, www.uib.es/depart/gte/oliver.html). É uma das ferramentas com mais possibilidades para os professores. Ser capaz de ver de um lugar para outro onde você não pode ir é fascinante. Como a televisão, a videoconferência pode se tornar uma janela aberta para o mundo que permite expandir os horizontes de professores e alunos. É possível sentir-se próximo, ter especialistas de outros lugares, de outras línguas, de outras culturas presentes, para que possam enriquecer os processos de ensino-aprendizagem com sua experiência e conhecimento.

Existem áreas rurais onde existem escolas unitárias, com um professor a servir alunos de todos os níveis de ensino. Esses alunos muitas vezes não têm acesso a especialistas, como idiomas, música, orientação … com a videoconferência, eles podem concluir seu aprendizado sob a orientação de professores especialistas. O trabalho colaborativo como uma metodologia de aprendizagem expande suas possibilidades com participantes do grupo de diferentes sites com os quais eles podem se comunicar e interagir com a videoconferência.

INTERNET APLICADA À EDUCAÇÃO
A internet está oferecendo novos espaços que superam as coordenadas físicas de lugar (a sala de aula) e de tempo (horários de aula), para repensar os processos de ensino-aprendizagem, que abordam diferentes possibilidades e abordagens para a integração da rede na rede. educação: aspectos tecnológicos, estratégias didáticas, desenho de conteúdos educativos em suporte web, o papel do professor na web, bem como exemplos de usos específicos como webquest, wiki ou weblog.

Conectar computadores em uma rede permite que os cenários de comunicação e informações compartilhadas sejam estendidos. Do campo educacional (de educação infantil, primária, secundária ou universitária) permite abrir a escola a inúmeras fontes de informação, materiais educativos e pessoas; expandir cenários de aprendizagem e experiências educacionais com outros colegas e professores; e com metodologias de trabalho baseadas na participação e pesquisa ativa do aluno.

Considerando as possibilidades educacionais, diferentes características da web podem ser apontadas como: caráter multiformato ou capacidade multimídia, estrutura hipertextual da informação, quantidade de informação disponível, atualização da informação, compatibilidade entre as plataformas. Embora especificando nas aplicações educacionais da rede, Salinas (1999) propõe:

Redes de salas de aula ou circuitos de aprendizagem,
Sistemas de distribuição de cursos on-line
Experiências de educação a distância e aprendizagem aberta,
Por outro lado, Bartolomé (1999), agrupa as aplicações em rede em:

A escola na web,
A intranet da escola,
A escola é a web
Escolas da Web.

Da mesma forma, Cabero e Román (2006) coletam diferentes “e-atividades”: visitas a sites, fazendo exemplos, apresentações de estudantes, blogs, caças ao tesouro, wikis, círculos de aprendizagem, trabalho de projeto na web e estudo dos casos. Além disso, acessar o conteúdo do curso, realizar tarefas e exercícios, entregá-los ao professor ou publicá-los na web para que sejam acessíveis ao resto dos colegas, são algumas das tarefas que o aluno realiza nos processos de ensino. aprendizagem
Para executar essas tarefas, existem diferentes tipos de serviços e ferramentas da Internet, como transferência de arquivos (FTP), conexão remota ou telnet, a própria Web ou mecanismos de pesquisa, entre outros. Mais especificamente, ferramentas são necessárias para copiar documentos entre o computador e o espaço da rede, conectar-se a um computador específico onde um material de banco de dados ou simulação reside, compartilhar arquivos entre um grupo de trabalho ou buscar informações (texto, áudio, vídeo, URLs, software …) através de motores gerais ou temáticos.

Todas essas ferramentas envolvem um conjunto de tecnologias para facilitar os processos de ensino-aprendizagem à distância. Ainda que sua escolha deva ser considerada a partir dos processos comunicativos que vão ocorrer: a dinâmica da comunicação, o papel dos participantes e as necessidades comunicativas. Ou seja, contemplando o processo de comunicação como um processo social enquadrado primeiro em uma instituição de ensino ou como uma atividade de sala de aula e, em segundo lugar, a partir das características particulares do próprio processo de comunicação.

No entanto, deve-se notar que, com as mudanças apontadas trará uma série de conseqüências nos papéis que os professores desempenham nesses novos ambientes e, nesse sentido, Gisbert (2002) afirma que o professor da sociedade do conhecimento desempenhará uma série de papéis. básicos, tais como: consultores de informação, colaboradores de grupos, trabalhadores solitários, facilitadores, desenvolvedores de cursos e materiais e supervisores acadêmicos. O professor, desse modo, deixa de ser um especialista em conteúdo para um facilitador de aprendizado, o que pressupõe que ele faça diferentes perguntas, como: conceber experiências de aprendizagem para os alunos, oferecendo uma estrutura inicial para os alunos começarem a aprender. interaja, incentive os alunos a se auto-estudarem ou a projetar diferentes perspectivas sobre o mesmo assunto.